Curso de Direito promove roda de conversa sobre adoção e família acolhedora
FEMA
25/05/2026
No dia 19 de maio, os acadêmicos do 3º e 5º semestres do Curso de Direito da FEMA participaram da “Roda de Conversa sobre adoção e família acolhedora”, uma atividade de extensão orientada pelas professoras Franciele Seger e Camila Seffrin Lech. O encontro proporcionou um importante espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre temas fundamentais relacionados à proteção integral de crianças e adolescentes.
A atividade contou com a presença de profissionais e integrantes da rede de proteção, entre eles Marta Elisa Rembold, Moacir Rezner e Vilma Oliveira Rezner, Renata Lukrafka Kowalczuk, Graciele Medeiros e Ana Carla Santoz. Durante a noite, os convidados compartilharam experiências práticas, desafios enfrentados pelas famílias acolhedoras e reflexões sobre a importância da adoção e do acolhimento familiar na construção de vínculos afetivos e na garantia de direitos.
Marcado por relatos emocionantes e enriquecedores, o encontro possibilitou aos estudantes uma aproximação com a realidade vivenciada por famílias acolhedoras, além de ampliar o entendimento sobre a atuação da rede de apoio e dos serviços envolvidos nesse processo. Os acadêmicos participaram ativamente do debate, realizando perguntas elaboradas a partir de uma pesquisa prévia promovida nas redes sociais, por meio de uma caixinha de perguntas no Instagram, em que a comunidade pôde encaminhar dúvidas e curiosidades relacionadas à adoção e à família acolhedora.
Como continuidade da atividade extensionista, os estudantes irão desenvolver materiais instrutivos e cartilhas informativas voltadas ao fortalecimento da rede formada pelo Instituto da Família Acolhedora. A proposta busca ampliar o acesso à informação, conscientizar a sociedade e contribuir com a divulgação de direitos, procedimentos e orientações sobre o acolhimento familiar e a adoção.
A iniciativa reforça o compromisso da FEMA com uma formação acadêmica humanizada, conectada às demandas sociais e voltada à construção de profissionais mais conscientes, empáticos e preparados para atuar em defesa dos direitos da infância e da adolescência.
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